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Notícia

A importância de uma boa linha de baixo

 

“Ser baixista é fácil, só têm 4 cordas para tocar uma nota de cada vez!” Quem foi o baixista que nunca ouviu isto? Ignorados, incompreendidos e raramente com estatuto de estrela, os baixistas são o motor de qualquer banda.

A percepção que a maioria das pessoas têm deles é grave. São, numa perspetiva futebolística, o 6 de uma equipa, aquele médio que é a primeira linha de defesa, mas o primeiro a definir as acções atacantes. Não acreditam? Tirem o Flea aos Red Hot Chili Peppers, ou apaguem a faixa com o baixo em todo o rock clássico, ao funk e ao soul, ao reggae, à música dita pimba e vejam o que acontece. Nada, vocês não se sentem impelidos ao movimento, à dança, e ficam quietos à espera que aquilo passe. E isso é porque, apesar de termos ainda a harmonia, a melodia e a batida, falta o balanço.

Há músicas que se definem e reconhecem pela sua linha de baixo, há bandas que têm como líderes os seus baixistas (Police, Level 42, Beatles, Primus, Morphine). É no diálogo que têm com os seus irmãos de trincheira – os bateristas – que os baixistas deste mundo pegam numa banda com executantes razoáveis e fazem com ela músicas dançáveis. Sim, é a linha de baixo que devem seguir se querem dançar em condições, é ela que marca o ritmo, numa linha melódica que faz parte da harmonização. Ou seja, é o que cola tudo.

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